12 cantores negros que você precisa conhecer

Autor: Guilherme Soares Dias Data da postagem: 19:00 24/12/2018 Visualizacões: 3208
Curta a nóticia:
Curta o CEERT:
12 cantores negros que você precisa conhecer / Imagem: Luedji Luna - Banho de folhas (clipe) - Reprodução - YouTube

Não sei se você se deu conta, mas a safra nova de cantores negros é diversa e trouxe muita gente boa para o mercado musical. São cantores e grupos que despontaram neste ano tocando MPB, rap, axé, músicas românticas. Preparamos uma playlist para que você embarque nessa viagem musical. Destaque para a Bahia, que nos presenteou com boa parte dessa lista:

Mahmundi

A carioca Marcela Vale, mais conhecida como Mahmundi, flerta com a música eletrônica, indie e a poesia. Com influências da década de 1980, seu som é comparado ao de Marina Lima.

Quebrada Queer

Formado por Murillo Zyess, Guigo, Harlley, Lucas Boombeat, Tchelo Gomez e Apuke, jovens, gays, na faixa dos 20 e poucos anos que vieram das mais diversas regiões de São Paulo: Parelheiros, Guarulhos, Jandira e Jardim Martins Silva. No rap, fazem rimas sobre questões sociais e homofobia.

Luedji Luna

A cantora soteropolitana viu suas músicas “Banho de Folhas” e “Um corpo pelo mundo” estourarem neste ano. Radicada em São Paulo desde 2016, ela tocou em festivais como o Coala Festival e em diversas capitais brasileiras ao longo do ano.

Gloire Ilonde

Cantor congolês radicado em São Paulo desde o início do ano. Morou em Florianópolis, onde tocou em bares e fez shows. O clipe da música “Dizem” se aproveita do cenário urbano do centro da capital paulista.

Xênia França

A cantora de Camaçari, na Bahia, integrou a banda Aláfia e hoje é uma das expoentes da nova música pop brasileira. Teve indicações ao Grammy Latino e trabalha em seu novo clipe elementos da cultura negra.

Gloria Groove

drag queen paulistana canta, atua, dubla e compõe em hits que misturam rap, funk e pop music. Os clipes dançantes são um marco da artista que começa a ganhar espaço na cena LGBT.

Larissa Luz

A cantora baiana foi vocalista do Araketu entre 2007 e 2012 até lançar carreira solo, com músicas que trazem uma pegada eletrônica. Neste ano, interpretou Elza Soares no musical sobre a cantora, além de fazer shows do CD Território Conquistado.

Attooxxa

O grupo baiano une pagodão baiano com música eletrônica e foi responsável pela música do Carnaval de Salvador em 2018: “Elas gostam (popa da bunda)”. Ao longo do ano, os clipes e shows foram aumentando e atraindo uma quantidade cada vez maior de seguidores.

Hiran

De Alagoinhas, na Bahia, o rapper, gay e negro faz rimas que combatem a homofobia e marcam que “tem mana no rap”. Ele começou como backing vocal de outros cantores até lançar carreira solo.

Nara Couto

Baiana, intérprete do hit “Linda e Preta” que teve o clipe dirigido por Lázaro Ramos e Elísio Lopes Jr. As músicas de Nara misturam elementos do jazz às referências sonoras africanas e ao toque percussivo.

Melvin Santhana

Artista independente, Melvin mistura sonoridade e tradições de matriz africana com afeto e crítica social. Além de cantar, ele é guitarrista e produtor musical. Antes da carreira solo, era integrante da banda Os Opalas.

Urias

Amiga de Pablo Vittar, a cantora ficou famosa pelos covers de músicas conhecidas nas vozes de outros artistas. O timbre marcante e a interpretação sensual dão nova identidade às canções e causam alvoroço entre os fãs a cada novo clipe.

Pode dar o play na sua próxima viagem!

Curta a nóticia:
Curta o CEERT: