“O que é ser mulher hoje?”

Autor: Tatiana Merlino Data da postagem: 18:00 13/04/2018 Visualizacões: 1102
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Microfone aberto e cabine para colher depoimentos / Foto: Divulgação - Reprodução - Carta Capital

Uma cabine e um microfone aberto: documentarista Paula Sacchetta colheu durante dois dias depoimentos de mulheres sobre os desafios de gênero

“Ser mulher hoje é continuar na luta”. “Ser mulher, para mim, e ser mulher negra, é sentir medo”. Essas foram algumas das respostas dadas ao questionamento feito pela documentarista Paula Sacchetta, na vídeo-reportagem O que é ser mulher hoje?, da Hysteria, plataforma da Conspiração Filmes lançada no dia 4 de abril.

Com um microfone aberto dentro de uma cabine, durante dois dias a documentarista colheu depoimentos de mulheres brancas, negras, jovens, lésbicas e heterossexuais. Ser mulher é "trabalhar duas vezes para conseguir o mesmo resultado”, “ter que me encaixar em certos padrões para ser respeitada profissionalmente”, “sororidade, colaboração, revolução”, “sou o fruto dessas mulheres que avançaram, mas também sou Marielle”, dizem.

Sacchetta  também colheu depoimentos de homens, reunidos na vídeo-reportagem O que é ser homem hoje?, que será disponibilizado na plataforma da Conspiração Filmes ainda essa semana. "Temos avançado na discussão sobre o que é feminismo, e queria reunir mulheres falando sobre isso", explica Sacchetta, "Mas também queria saber como homens estão, se estão se repensando, ou não".

Para a documentarista, que também dirigiu o documentário Precisamos falar do assédio, ser mulher hoje é "se reconhecer umas nas outras, inclusive na dor, nas coisas que passamos apenas por sermos mulheres".

Confira abaixo a vídeo-reportagem:

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